Programa Viva Nota do Governo do Estado do Maranhão é uma verdadeira picaretagem
O programa que deveria consistir na devolução de parte do valor pago em ICMS pelo consumidor, na verdade, tal valores nunca foram devolvidos e o Governo do Estado do Maranhão alega "problemas na geração e transmissão de arquivos junto às instituições financeiras".
Na realidade não passa de um programa que não funciona e deixa o consumidor a "ver navios". Onde está o Ministério Público que não se manifesta a respeito. Ah! Esqueci, é ano eleitoral e o Parquet está mais preocupado "perseguindo" o Prefeito de São Luís João Castelo, desafeto da governadora do pobre Estado do Maranhão.
Falo Na Lata Mesmo
sábado, 26 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Cuidado! Venda Casada é Crime!
Veja casos típicos dessa prática ilegal:
Se
você, por exemplo, já entrou em alguma loja e, além de comprar o que
desejava, gastou também com algum tipo de serviço oferecido, mesmo sem
desejar adquirir, preste atenção: você foi vítima da Venda Casada.
Das muitas maneiras possíveis de induzir o consumidor a uma compra, a
Venda Casada é a mais "disfarçada" delas. O Código de Defesa do
Consumidor proíbe expressamente essa conduta, definida como crime contra
a ordem econômica e contra as relações de consumo.
Veja casos típicos dessa prática ilegal:
- Lojas de departamentos e/ou grandes magazines que obrigam o
consumidor a contratar seguros em troca de concessão de crédito ou
cartões de crédito da loja.
- Concessionárias de veículos ou revendedoras que obrigam a
contratação de seguro automóvel em sua empresa para a liberação de
veículo 0km.
- Agências de viagem que condicionam a liberação de cheques de viagem à contratação de seguro.
- Provedores de Internet que oferecem conexão rápida – banda larga – e
condicionam a oferta de seus serviços à contratação de um segundo
provedor de acesso.
- Cinemas que permitem, em suas salas de exibição de filmes, apenas o consumo de alimentos vendidos pela rede da empresa.
- Materiais de informática que não desvinculam o equipamento (hardware) do programa (software).
- Empresas de linhas telefônicas e TV por assinatura que não
desmembram o trio de serviços (telefone, internet e TV), alegando que
não são oferecidos independentemente e todos dependem do cadastro
efetuado pela linha telefônica, ou seja, o consumidor é obrigatório a
manter linha de telefone.
- Empresas agrícolas, fabricantes de soja, por exemplo, que só vendem o produto atrelado ao herbicida.
- Imóveis com móveis: nova tendência das construtoras em colocar móveis sob medida e abater os custos nas prestações do imóvel.
- Médicos que induzem à compra de remédios/ produtos em seus consultórios ou em lojas/ farmácias indicadas.
- Compra de determinados produtos que são condicionados à aquisição
de duas ou mais unidades. Por exemplo: iogurtes, xampu + condicionador
sem a opção de vendas separadas, sopas instantâneas + xícaras).
- Em casamentos ou formaturas, muitas vezes, ao fechar negócio com o
salão de festas X, a decoração ou a filmagem só pode ser feita pela
empresa Y. Casada, deve ser apenas a noiva!Fonte: meuadvogado.com.br
sábado, 12 de maio de 2012
Os Caras de Pau. Veja “Os novos salários na CBF”
UAU! Já tô até vendo a cor da grana!!!
Não se sabe ainda se José Maria Marin (aquele mesmo que surrupiou uma medalha do Corinthians então campeão da copinha) manteve o mesmo salário no Comitê Organizador Local da Copa do Mundo, mas sabe-se que, na CBF, ele se deu um aumento que o elevou a R$ 160 mil.
Marin também criou um cargo para Marco Polo Del Nero, o de Assessor Especial, e o remunera com R$ 130 mil mensais, bem mais que os R$ 70 mil do Diretor de Seleções, Andrés Sanchez, que faz o que pode para não perder o emprego.
Aliás, a dupla Marin/Nero acaba de elogiar a dupla Andrés Sanchez/Mano Menezes no sítio da CBF.
O mesmo havia sido feito com o então supervisor da seleção feminina, Paulo Dutra, há quase 20 anos no cargo, mas que, dez dias depois dos elogios, foi sumariamente demitido por Marin, assim como seu subalterno, Célio Belmiro.Fonte: Blog do Juca. UOL!
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Hoje é dia de Bobó de Camarão
Ingredientes
- 1 Kg de camarões frescos
- sal
- 3 dentes de alho picados e amassados
- suco de 1 limão
- pimenta do reino
- 1 Kg de mandioca ( prefira as que já vem embaladas e descascadas, é mais prático)
- 1 cebola cortada em rodelas e 2 cebolas raladas
- 1 folha de louro
- 6 colheres de sopa de azeite de oliva
- 2 vidros de leite de coco
- 1 maço de cheiro verde picado
- 2 latas de molho pronto de tomate ( Pomarola)
- 2 pimentões verdes bem picadinhos
- 2 colheres de sopa de azeite de dendê
- Lave os camarões e tempere com sal, alho, pimenta e limão
- Deixe marinar
- Pegue uma panela com água e cozinhe a mandioca em pedacinhos com louro e cebola em rodelas
- Quando estiver mole acrescente um vidro de leite de coco, deixe esfriar um pouco e bata no liquidificador
- Esquente o azeite de oliva, junte a cebola ralada e deixe dourar
- Acrescente os camarões e frite
- Adicione as 2 latas de de tomate, o cheiro verde, o pimentão e deixe cozinhar por alguns minutos
- Junte na mesma panela a mandioca batida no liquidificador, outro vidro de leite de coco e o azeite de dendê, deixe levantar fervura e está pronto.Fonte: tudogostoso.com.br
terça-feira, 8 de maio de 2012
Oligarquia Sarney impede que a revista ISTOÉ chegue ao Maranhão.
Para quem ainda não viu, abaixo, segue a reportagem completa da revista.
Os hospitais de Roseana na UTI
Por Claudio Dantas Sequeira, Da ISTOÉ
Fraudes em licitações colocam sob suspeita programa de construção de unidades de saúde da governadora do Maranhão, em um negócio de quase meio bilhão de reais.
ESCÂNDALO: Relatório da Procuradoria de Contas aponta irregularidades na licitação e pede a devolução de repasses feitos a empreiteiras.
Quem percorre o interior do Maranhão se surpreende com a quantidade de esqueletos de grandes obras abandonadas e expostas ao tempo. Várias delas estão em municípios humildes como Marajá do Sena, Matinha e São João do Paraíso. São hospitais públicos inacabados do programa Saúde é Vida, principal bandeira da campanha de reeleição de Roseana Sarney (PMDB). Com apenas 12% do cronograma cumprido desde que foi lançado há dois anos, o projeto já tem um custo superior a R$ 418 milhões e corre o risco de virar mais um imenso monumento à corrupção. Relatório da Procuradoria de Contas maranhense, obtido com exclusividade por ISTOÉ, acusa o governo de fraudar o processo licitatório, pede a devolução de parte dos repasses e a aplicação de multa ao secretário de Saúde, Ricardo Murad, cunhado da governadora. A investigação dos procuradores Jairo Cavalcanti Vieira e Paulo Henrique Araújo, a partir de representação do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Maranhão, revela um cipoal de irregularidades e mostra como o governo beneficiou empreiteiras que depois abasteceram o caixa de campanha do PMDB com mais de R$ 2 milhões.
DENÚNCIA: documento cita empresas envolvidas
Os problemas começaram no segundo semestre de 2009, quando o governo de Roseana resolveu lançar o Saúde é Vida. Mesmo sem previsão orçamentária, a governadora conseguiu incluir o programa no Plano Plurianual e entregou sua execução ao cunhado. Murad, alegando urgência, contratou sem licitação a empresa Proenge Engenharia Ltda. para a elaboração dos projetos básico e executivo. Os procuradores descobriram que, na verdade, o projeto básico já tinha sido elaborado por técnicos da própria Secretaria de Saúde. A mesma Proenge venceu, logo depois, um dos lotes da concorrência 301/2009 para a construção de 64 hospitais de 20 leitos. O edital da obra indicava que as empreiteiras vencedoras deveriam elaborar o projeto executivo dos hospitais. Ou seja, a empreiteira acabou recebendo duas vezes para prestar o mesmo serviço. No total, a Proenge recebeu R$ 14,5 milhões. Para os procuradores do TCE maranhense, que questionam o caráter emergencial da contratação, “os valores pagos à empresa Proenge constituem lesão ao erário e devem ser objeto de ressarcimento”. Eles calcularam em R$ 3,6 milhões o total que deve ser devolvido.
As ilegalidades não param aí. A construção dos hospitais de 20 leitos foi dividida em seis lotes, mas três deles simplesmente não entraram na licitação. Foram entregues a três empreiteiras diferentes: Lastro Engenharia, Dimensão Engenharia e JNS Canaã, que receberam quase R$ 64 milhões em repasses e nem sequer construíram um hospital. A JNS Canaã é um caso ainda mais nebuloso. Os procuradores afirmam que a empreiteira, filial do grupo JNS, teve seu ato constitutivo arquivado na Junta Comercial do Maranhão em 24 de novembro de 2009, dias antes de fechar contrato com o governo. A primeira ordem bancária em nome da JNS saiu apenas quatro meses depois, em 16 de abril de 2010. Sozinha, a empresa recebeu R$ 9 milhões, não concluiu nenhum dos 11 hospitais e teve seu contrato rescindido por Murad. Antes, porém, a mesma JNS doou R$ 700 mil para a campanha de Roseana, por meio de duas transferências bancárias, uma de R$ 450 mil para a direção estadual do PMDB e outra de R$ 300 mil para o Comitê Financeiro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.
A Dimensão Engenharia e Construção Ltda., outra das contratadas sem licitação, foi ainda mais generosa ao injetar R$ 900 mil no caixa do partido durante a eleição. A Lastro Engenharia, por sua vez, repassou aos cofres peemedebistas mais R$ 300 mil. A empresa conseguiu dois contratos com dispensa de licitação: a reforma do Hospital Pam-Diamante, em São Luís, e a construção de hospitais de 20 leitos. Além disso, foi uma das vencedoras da disputa (licitação número 302/2009) para erguer unidades de saúde com 50 leitos. Esses contratos foram aditivados em 25% (o limite legal previsto pela legislação). Ao todo, a empreiteira faturou R$ 58 milhões. O uso do limite para elevar o valor dos contratos foi utilizado também por outra construtora, a Ires Engenharia, o que alertou os procuradores do TCE. “Chama a atenção o fato de o valor acrescido aos contratos coincidir até nos centavos com o valor limítrofe previsto em lei. A impressão que se tem é que ou o valor originariamente contratado foi equivocado ou os aditivos foram firmados sem critério estritamente técnico”, escreveram no relatório.
Para o deputado Domingos Dutra (PT), os problemas no programa Saúde é Vida vão além do anotado pelos procuradores. Um levantamento das ordens bancárias de 2010 mostra uma série de repasses redondos que, segundo Dutra, “indicariam a prática de caixa 2 para abastecer a campanha de Roseana.” A Dimensão Engenharia, por exemplo, recebeu R$ 1 milhão em 19 de julho. Três dias antes, a empreiteira Console apresentou fatura de R$ 2 milhões. No mesmo dia, o governo pagou mais R$ 1 milhão à Geotec e R$ 1,5 milhão à Guterres, que no dia 22 recebeu mais R$ 500 mil. A JNS teve três repasses redondos: R$ 300 mil e R$ 50 mil em 16 de abril e R$ 1,5 milhão em 16 de julho. A Lastro teve um repasse de R$ 1,5 milhão; a Proenge, dois repasses de R$ 600 mil e R$ 300 mil; e a Ires Engenharia, um pagamento de R$ 1 milhão. “Nenhuma empresa emite nota fiscal pela prestação de serviços com números redondos”, afirma Dutra. “Geralmente são valores fracionados, até em centavos, como vemos nas dezenas de outras ordens de pagamento.” O parlamentar encaminhou petição ao Ministério Público Federal e à Controladoria-Geral da União.
Além dos indícios de corrupção e do uso das obras para angariar dividendos políticos, o deputado federal Ribamar Alves (PSB) ataca a concepção do Saúde é Vida, que, segundo ele, contraria determinações do próprio Ministério da Saúde sobre a construção de hospitais em cidades com menos de 30 mil habitantes. “Essas prefeituras não têm dinheiro para a manutenção desses hospitais nem médicos suficientes ou demanda”, afirma. Ele estima em R$ 500 mil o custo mensal para a manutenção dessas unidades, valor acima da soma dos repasses do Fundeb, do SUS e do Fundo de Participação dos Municípios. “Sem gente nem dinheiro, esses hospitais vão se transformar em imensos elefantes brancos”, diz Alves. O parlamentar lembra que a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara aprovou requerimento do deputado Osmar Terra (PMDB/RS) para convidar Murad a prestar esclarecimentos sobre o programa e outros problemas na área da saúde. “Ele tem muito o que explicar”, afirma. Procurado por ISTOÉ, o secretário de Saúde do Maranhão não se manifestou até o fechamento da edição.

Lembro-me que no ano de 2010 um grande advogado no Maranhão foi procurado por Ricardo Murad para realizar a gestão da construção dos hospitais no Maranhão. O advogado negou pois afirmara que esse tipo de negociata desvituava da natureza jurídica do órgão o qual representava à época. Acertou o advogado, errou mais uma vez a governadora do Maranhão.
Para quem ainda não viu, abaixo, segue a reportagem completa da revista.
Os hospitais de Roseana na UTI
Por Claudio Dantas Sequeira, Da ISTOÉ
Fraudes em licitações colocam sob suspeita programa de construção de unidades de saúde da governadora do Maranhão, em um negócio de quase meio bilhão de reais.
ESCÂNDALO: Relatório da Procuradoria de Contas aponta irregularidades na licitação e pede a devolução de repasses feitos a empreiteiras.
Quem percorre o interior do Maranhão se surpreende com a quantidade de esqueletos de grandes obras abandonadas e expostas ao tempo. Várias delas estão em municípios humildes como Marajá do Sena, Matinha e São João do Paraíso. São hospitais públicos inacabados do programa Saúde é Vida, principal bandeira da campanha de reeleição de Roseana Sarney (PMDB). Com apenas 12% do cronograma cumprido desde que foi lançado há dois anos, o projeto já tem um custo superior a R$ 418 milhões e corre o risco de virar mais um imenso monumento à corrupção. Relatório da Procuradoria de Contas maranhense, obtido com exclusividade por ISTOÉ, acusa o governo de fraudar o processo licitatório, pede a devolução de parte dos repasses e a aplicação de multa ao secretário de Saúde, Ricardo Murad, cunhado da governadora. A investigação dos procuradores Jairo Cavalcanti Vieira e Paulo Henrique Araújo, a partir de representação do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Maranhão, revela um cipoal de irregularidades e mostra como o governo beneficiou empreiteiras que depois abasteceram o caixa de campanha do PMDB com mais de R$ 2 milhões.
DENÚNCIA: documento cita empresas envolvidas
Os problemas começaram no segundo semestre de 2009, quando o governo de Roseana resolveu lançar o Saúde é Vida. Mesmo sem previsão orçamentária, a governadora conseguiu incluir o programa no Plano Plurianual e entregou sua execução ao cunhado. Murad, alegando urgência, contratou sem licitação a empresa Proenge Engenharia Ltda. para a elaboração dos projetos básico e executivo. Os procuradores descobriram que, na verdade, o projeto básico já tinha sido elaborado por técnicos da própria Secretaria de Saúde. A mesma Proenge venceu, logo depois, um dos lotes da concorrência 301/2009 para a construção de 64 hospitais de 20 leitos. O edital da obra indicava que as empreiteiras vencedoras deveriam elaborar o projeto executivo dos hospitais. Ou seja, a empreiteira acabou recebendo duas vezes para prestar o mesmo serviço. No total, a Proenge recebeu R$ 14,5 milhões. Para os procuradores do TCE maranhense, que questionam o caráter emergencial da contratação, “os valores pagos à empresa Proenge constituem lesão ao erário e devem ser objeto de ressarcimento”. Eles calcularam em R$ 3,6 milhões o total que deve ser devolvido.
As ilegalidades não param aí. A construção dos hospitais de 20 leitos foi dividida em seis lotes, mas três deles simplesmente não entraram na licitação. Foram entregues a três empreiteiras diferentes: Lastro Engenharia, Dimensão Engenharia e JNS Canaã, que receberam quase R$ 64 milhões em repasses e nem sequer construíram um hospital. A JNS Canaã é um caso ainda mais nebuloso. Os procuradores afirmam que a empreiteira, filial do grupo JNS, teve seu ato constitutivo arquivado na Junta Comercial do Maranhão em 24 de novembro de 2009, dias antes de fechar contrato com o governo. A primeira ordem bancária em nome da JNS saiu apenas quatro meses depois, em 16 de abril de 2010. Sozinha, a empresa recebeu R$ 9 milhões, não concluiu nenhum dos 11 hospitais e teve seu contrato rescindido por Murad. Antes, porém, a mesma JNS doou R$ 700 mil para a campanha de Roseana, por meio de duas transferências bancárias, uma de R$ 450 mil para a direção estadual do PMDB e outra de R$ 300 mil para o Comitê Financeiro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.
A Dimensão Engenharia e Construção Ltda., outra das contratadas sem licitação, foi ainda mais generosa ao injetar R$ 900 mil no caixa do partido durante a eleição. A Lastro Engenharia, por sua vez, repassou aos cofres peemedebistas mais R$ 300 mil. A empresa conseguiu dois contratos com dispensa de licitação: a reforma do Hospital Pam-Diamante, em São Luís, e a construção de hospitais de 20 leitos. Além disso, foi uma das vencedoras da disputa (licitação número 302/2009) para erguer unidades de saúde com 50 leitos. Esses contratos foram aditivados em 25% (o limite legal previsto pela legislação). Ao todo, a empreiteira faturou R$ 58 milhões. O uso do limite para elevar o valor dos contratos foi utilizado também por outra construtora, a Ires Engenharia, o que alertou os procuradores do TCE. “Chama a atenção o fato de o valor acrescido aos contratos coincidir até nos centavos com o valor limítrofe previsto em lei. A impressão que se tem é que ou o valor originariamente contratado foi equivocado ou os aditivos foram firmados sem critério estritamente técnico”, escreveram no relatório.
Para o deputado Domingos Dutra (PT), os problemas no programa Saúde é Vida vão além do anotado pelos procuradores. Um levantamento das ordens bancárias de 2010 mostra uma série de repasses redondos que, segundo Dutra, “indicariam a prática de caixa 2 para abastecer a campanha de Roseana.” A Dimensão Engenharia, por exemplo, recebeu R$ 1 milhão em 19 de julho. Três dias antes, a empreiteira Console apresentou fatura de R$ 2 milhões. No mesmo dia, o governo pagou mais R$ 1 milhão à Geotec e R$ 1,5 milhão à Guterres, que no dia 22 recebeu mais R$ 500 mil. A JNS teve três repasses redondos: R$ 300 mil e R$ 50 mil em 16 de abril e R$ 1,5 milhão em 16 de julho. A Lastro teve um repasse de R$ 1,5 milhão; a Proenge, dois repasses de R$ 600 mil e R$ 300 mil; e a Ires Engenharia, um pagamento de R$ 1 milhão. “Nenhuma empresa emite nota fiscal pela prestação de serviços com números redondos”, afirma Dutra. “Geralmente são valores fracionados, até em centavos, como vemos nas dezenas de outras ordens de pagamento.” O parlamentar encaminhou petição ao Ministério Público Federal e à Controladoria-Geral da União.
Além dos indícios de corrupção e do uso das obras para angariar dividendos políticos, o deputado federal Ribamar Alves (PSB) ataca a concepção do Saúde é Vida, que, segundo ele, contraria determinações do próprio Ministério da Saúde sobre a construção de hospitais em cidades com menos de 30 mil habitantes. “Essas prefeituras não têm dinheiro para a manutenção desses hospitais nem médicos suficientes ou demanda”, afirma. Ele estima em R$ 500 mil o custo mensal para a manutenção dessas unidades, valor acima da soma dos repasses do Fundeb, do SUS e do Fundo de Participação dos Municípios. “Sem gente nem dinheiro, esses hospitais vão se transformar em imensos elefantes brancos”, diz Alves. O parlamentar lembra que a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara aprovou requerimento do deputado Osmar Terra (PMDB/RS) para convidar Murad a prestar esclarecimentos sobre o programa e outros problemas na área da saúde. “Ele tem muito o que explicar”, afirma. Procurado por ISTOÉ, o secretário de Saúde do Maranhão não se manifestou até o fechamento da edição.

Lembro-me que no ano de 2010 um grande advogado no Maranhão foi procurado por Ricardo Murad para realizar a gestão da construção dos hospitais no Maranhão. O advogado negou pois afirmara que esse tipo de negociata desvituava da natureza jurídica do órgão o qual representava à época. Acertou o advogado, errou mais uma vez a governadora do Maranhão.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Molhou o celular, tablet ou notebook. E agora?
1 - Desligue o aparelho.
Pois bem, o seu computador, tablet ou celular caiu na água? A primeira coisa a se fazer é desligá-lo. "É preciso desligá-lo na hora. Quanto mais rápido fizer isso, melhor para o aparelho"
2 - Retire a bateria e os chips no caso de celular.
A ideia é deixar que o aparelho seque naturalmente. Por isso, é bom que você deixe espaços para a entrada do ar. Em celulares e notebooks, é possível abrir a parte da bateria e deixa o aparelho respirar melhor. É importante dar espaço para a água evaporar. Quando o aparelho seca de forma natural, a chances de ele voltar a funcionar são altas. Em 95% dos casos o aparelho volta a funcionar normalmente.
3 - Seque ao sol ou com a ajuda de secador de cabelo.
O secador de cabelo colocado em uma temperatura média pode ajudar a evaporação da água dentro do aparelho. É importante que não esteja em temperatura alta. Ou então frita o aparelho, alerta o coordenador de Hardware da Impacta. Para saber se está muito quente, dá uma boa dica: temperatura ruim para o eletrônico é aquela que queima o seu dedo. Fonte: UOL!
1 - Desligue o aparelho.
Pois bem, o seu computador, tablet ou celular caiu na água? A primeira coisa a se fazer é desligá-lo. "É preciso desligá-lo na hora. Quanto mais rápido fizer isso, melhor para o aparelho"
2 - Retire a bateria e os chips no caso de celular.
A ideia é deixar que o aparelho seque naturalmente. Por isso, é bom que você deixe espaços para a entrada do ar. Em celulares e notebooks, é possível abrir a parte da bateria e deixa o aparelho respirar melhor. É importante dar espaço para a água evaporar. Quando o aparelho seca de forma natural, a chances de ele voltar a funcionar são altas. Em 95% dos casos o aparelho volta a funcionar normalmente.
3 - Seque ao sol ou com a ajuda de secador de cabelo.
O secador de cabelo colocado em uma temperatura média pode ajudar a evaporação da água dentro do aparelho. É importante que não esteja em temperatura alta. Ou então frita o aparelho, alerta o coordenador de Hardware da Impacta. Para saber se está muito quente, dá uma boa dica: temperatura ruim para o eletrônico é aquela que queima o seu dedo. Fonte: UOL!
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